RPPA!

RPPA!

Entre treinar, ou auditar, ou monitorar… foi uma evolução interessante, levou vários anos, e culminou com o desenvolvimento de uma ferramenta inédita. Muito útil, e simples.

AUDITORIA
A rigor, tudo começou quando, pela primeira vez, nos perguntamos: o que adianta ensinar, se depois a pessoa esquece, ou…. E começamos a implantar sistemas de auditoria – era assim que se chamava.

E fomos nos dando conta de que não adiantava ensinar demais, para depois auditar. Melhor seria ensinar o mínimo, e ir ensinando à medida que as necessidades fossem surgindo. Em vez de treinar, iniciar já auditando. Era a

AUDITORIA ZERO,
baseada no que tínhamos aprendido no que chamávamos de

AUDITORIA INTELIGENTE
O instrumento ideal para realização de auditorias não é uma check-list extensa, elaborada por pessoas inteligentes, com larga vivência na função. Estas listas tentam resolver todos os problemas – e não resolvem nenhum. As auditorias decorrentes são tediosas e pouco úteis.
A inteligência do auditor e do operador não são acionadas. Ninguém as executa com entusiasmo.
O que muda tudo:

  • META – a auditoria precisa ter uma meta clara e focada, algo que está pegando. Se o problema diz respeito a volume de produção, levo um cronômetro; se o que preocupa é qualidade, levo um paquímetro. Se levo os dois, verei muito pouco.
  • ANÁLISE PRÉVIA – antes de fazer a auditoria, o auditor precisa realizar uma rápida análise do processo: quais são as causas prováveis do problema que quer resolver? Se não há problema, não perco o meu tempo. Vou auditar onde há.
  • GERENCIAR O FUTURO – Observe a figura: numa auditoria, podemos focar o que o operador está fazendo, o que fez ou … o que vai fazer. Os dois primeiros só tem valor na medida em que contribuem para o terceiro! E como saber o que ele vai fazer? Além do pouco que se pode ver enquanto trabalha, é preciso prescrutar o seu cérebro. Simulando situações (baseadas na análise do processo), tentando entender a sua motivação… Não é diferente do que faz um vendedor, quando  visita um cliente, e precisa vender uma idéia, uma percepção de valor…

 

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Em Novembro de 1996, Claus Süffert plantou uma semente chamada Quality Inn, germinada pela sua experiência profissional em empresas de grande porte, como os 5 anos em que trabalhou na Petrobrás e a sua carreira de 25 anos no Grupo Gerdau. Foi durante esse período na Gerdau que teve seu primeiro contato com os conceitos de Gestão da Qualidade Total, método que futuramente serviria de base para a sua própria empresa.

2018-12-12T12:24:06+00:00 12 / dez / 2018|Destaque|