Motivação das Equipes: Um enfoque prático

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Motivação das Equipes: Um enfoque prático

Qual é a melhor forma de motivar as pessoas na execução do seu trabalho?

Esta historinha tem mais de 20 anos: ela é lá do tempo em que a gente tentava explicar o que é qualidade, e de como se motivam as pessoas no trabalho.

Uma pessoa vai jogar bolão.

Bolão é um jogo absolutamente estúpido. O sujeito pega uma bola, a joga contra um grupo de pinos, e conta quantos consegue derrubar.

Faltou racionalizá-lo. Seria muito fácil montar uma calha, e sempre teríamos 9 pino derrubados, 100%, em todas as jogadas.

A bola já volta automaticamente. Seria barato instalar um tramela com controle remoto, de maneira que se pode ficar tomando cerveja, bastando apertar um botão, e haveria mais um 9, sem precisar levantar da mesa.

Um timerzinho mixuruca e uma foto-celulazinha básica poderiam completar a automação: teríamos 20 x 9 pontos sem levantar da mesa.

Mas talvez o sujeito acabasse se desinteressando do bolão…

A graça do jogo está em saber que o resultado não é certo, e que depende do jogador, da sua habilidade, e da meta que ele tem.

Não adianta querer competir com o Egon, ou outro cobra no jogo: o legal é ter um adversário do mesmo nível. Ou talvez um pouco pior, nos momentos de down; ou mesmo um pouco melhor, quando estiver animado e com vontade de melhorar e correr riscos.

Agora imagina se, após lançada a bola, caísse uma cortina, se ouvisse o barulho dos pinos caindo, e, quando a cortina se levantasse, lá estivessem os 9 de pé novamente.

E, no final do ano, se recebesse um relatório oficial, dizendo

Parabéns – você derrubou 41.619 paus este ano, subindo para o 5º. lugar na sua categoria!

Este conto, que aprendemos como sendo de um japonês chamado Kondo, mostra como se deve e como não se deve motivar as pessoas no trabalho.

A motivação autêntica não é a que se obtém levando o pessoal, duas vezes ao ano, para atividades motivacionais num resort.

Para ler mais, clique aqui.

Autor: Claus Süffert

Em Novembro de 1996, Claus Süffert plantou uma semente chamada Quality Inn, germinada pela sua experiência profissional em empresas de grande porte, como os 5 anos em que trabalhou na Petrobrás e a sua carreira de 25 anos no Grupo Gerdau. Foi durante esse período na Gerdau que teve seu primeiro contato com os conceitos de Gestão da Qualidade Total, método que futuramente serviria de base para a sua própria empresa.

2018-04-17T13:05:17+00:00 17 / abr / 2018|Destaque|