Painéis do 18º Congresso Internacional da Gestão abordam transformação digital e mercado das startups

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Painéis do 18º Congresso Internacional da Gestão abordam transformação digital e mercado das startups

O convidado internacional do 18º Congresso Internacional da Gestão, promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) foi Robert Ilse, diretor de Desenvolvimento de Negócios DXC Technology. O americano ministrou a palestra “100 dias de transformação digital: como as empresas podem estar preparadas para as transformações de negócio neste novo ciclo de inovação”. Durante sua apresentação, Ilse falou sobre estratégias digitais e a forma com que elas transformam negócios e produzem experiências novas na relação com os clientes. “A empresa precisa estar pronta para a transformação digital. Depois, identificar o quanto a organização é digital e aproveitar as ferramentas disponíveis”, aconselhou. O palestrante encerrou sua participação trazendo exemplos de empresas do agrobusiness, varejo e setor financeiro que aderiram à transformação digital através da DXC Technology.

Dando sequência à programação do Congresso, aconteceu o painel “STARTUPS: soluções e boas experiências em novos negócios”. Participaram o sócio-fundador da Real Networking, Diego Peruchi; o sócio-fundador da Uber.me, Paulo Deitos, e os sócios da TAG – Experiências Literárias, Álvaro Englert e Gustavo Lembert. O debate foi mediado pelo cofundador da Associação Gaúcha de Startups (AGS), Thiago Ribeiro.

Os painelistas iniciaram contando um pouco sobre seus negócios e depois sobre como a colaboração e a experiência podem ajudar tanto nas startups quanto nos modelos de empresas tradicionais. “Não consigo enxergar o mundo sem colaboração”, afirmou Paulo Deitos. “É importante investir na interação e participação do público nos negócios”, concordou Gustavo Lembert. Já Álvaro Englert acredita que investir na interação é qualificar a experiência.

O mediador Thiago Ribeiro levantou o debate sobre o erro. “Antes o erro era imediatamente remetido ao fracasso. Hoje, já é considerado uma ponte para o aprendizado”, declarou. Segundo Diego Peruchi, quando se trabalha com inovação, são muitas as incertezas. “Muitas vezes punir um erro impede um negócio de seguir em frente. É importante fazer com que ele ajude nas próximas etapas”, explica. Álvaro Englert afirmou que “quando não se comete erros, não está se inovando o suficiente”.

Os participantes também abordaram o “preconceito” que as startups sofrem, muitas vezes, por não trabalharem da maneira tradicional como a maioria das empresas. “Independente da forma com que trabalhamos, somos profissionais e agimos de igual para igual com as outras organizações”, declarou Gustavo Lembert. Para Diego Peruchi, uma sigla resume tudo: CNPJ. Como qualquer outra empresa, as startups têm o cadastro. “A diferença é a maneira com que enxergamos o mercado e a forma com que lidamos com os colaboradores”, explicou. O mediador Thiago Ribeiro encerrou o debate mencionando a importância desse tipo de negócio. “Que as startups continuem contribuindo com transformação digital do mercado”, finalizou.

2017-09-05T18:20:11+00:00 5 / set / 2017|Sem categoria|